13.05.2015
Logística Reversa e Descarte de Lâmpadas

Está precisando descartar as suas lâmpadas e não sabe onde?
Então aqui é o seu lugar! Na CBM as suas lâmpadas para decarte são aceitas! Porém, aqueles que querem descartar devem estar cientes de alguns pontos importantes.

Conforme a revista Lumiére Electric, de outubro/14, o futuro da Logística Reversa de Lâmpadas no Brasil é bastante otimista para aqueles que levam este assunto a sério. Para discutir esse assunto, devem ser levados em conta alguns aspectos importantes, tais como aspectos culturais, do meio ambiente e aspectos sociais e econômicos.
Georges Blum, autor do texto, diz que os consumidores são os principais elementos para o funcionamento e sucesso da Logística Reversa, pois sem eles, esse processo nem começaria. Segundo Blum, uma série de fatores contribui para aumentar a participação do consumidor na área da Logística Reversa, e seriam eles: proximidade dos recipientes para descarte dos resíduos e o acesso à informações sobre a localização de coletores.
A questão ambiental e a responsabilidade de cada um na proteção da natureza é outro aspecto que faz a Logística Reversa de lâmpadas funcionar.
Para o engenheiro de produção e presidente-executivo da Abilumi, o aspecto econômico também deve ser considerado, pois impacta em todos os elementos da cadeia. Mais empresas de descontaminação deverão surgir e, portanto, mais empregos serão criados para dar conta da quantidade de lâmpadas a ser reciclada. Os resíduos e o seu transporte estarão desonerados de impostos, para não aumentar mais o custo da Logística Reversa e proporcionar maiores investimentos nesta área.

Conforme o site da Fecomércio de São Paulo, em novembro de 2014 foi assinado um Acordo Setorial para a implantação do Sistema de Logística Reversa de Lâmpadas Fluorescentes de Vapor Sódio e Mercúrio e de Luz Mista. Esse acordo tem abrangência nacional e contempla lâmpadas de descarga em baixa ou alta pressão que contenham mercúrio, tais como, fluorescentes compactas e tubulares, de luz mista, a vapor de mercúrio, a vapor de sódio, vapor metálico e lâmpadas de aplicação especial, de acordo com o disposto no artigo 33, V da Política Nacional de Resíduos Sólidos.  Estão excluídas do disposto no acordo as lâmpadas LEDs, incandescentes e halógenas, bem como as embalagens vazias das lâmpadas descartadas.

Segundo o site AECWeb, o documento desse Acordo envolve todos os participantes da cadeia de Logística Reversa de lâmpadas e torna de responsabilidade de fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes do produto receberem e darem destinação adequada ao mesmo.

A CBM sempre recebeu lâmpadas para descarte de seus clientes, e no ano passado descartou mais de 30.000 lâmpadas juntamente a empresa AmbyService, que as descontamina. Como isso gerou um custo muito alto para a empresa, foi decidido que a CBM continuará recebendo lâmpadas dos clientes, porém será cobrado um valor de R$1,00 por lâmpada.


A Ambyservice (http://www.ambyservice.com.br/), por sua vez, devidamente licenciada, efetua a coleta em qualquer local do Estado do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com funcionários especializados no manuseio de lâmpadas, garantindo assim que as mesmas viagem com segurança até a unidade de processamento, descontaminação e reciclagem e destinação final.

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